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Os utilizadores da contabilidade são agentes individuais, entidades institucionais ou coletivos que empregam os dados contabilísticos com o propósito de efetuar escolhas de natureza financeira, efetuar uma avaliação do desempenho de uma entidade ou cumprir obrigações regulamentares. Entre os principais intervenientes que fazem uso das informações contabilísticas, estão:

( ) Instituições Bancárias.

( ) Investidores.

( ) Sócios.

Marque “V” para verdadeiro e “F” para falso.

A
V, V, F.
B
F, F, V.
C
V, V, V.
D
F, V, V.
E
V, F, V.
Texto associado

Os usuários da contabilidade são indivíduos, entidades ou grupos que utilizam as informações contábeis para tomar decisões financeiras, avaliar o desempenho de uma entidade ou cumprir obrigações regulatórias.

Os principais usuários da contabilidade incluem:

I – Sócios.

II – Administradores.

III – Fornecedores.

A
I, apenas.
B
II, apenas;
C
III, apenas;
D
I, II e III.
E
Nenhuma das afirmativas estão corretas.
Texto associado

Considere o seguinte trecho de uma entrevista do pesquisador Adalberto Veríssimo à revista Época para responder às questão.

Assinale a opção que representa uma possibilidade de resposta para a pergunta da revista, que também serve como resumo das idéias expostas pelo entrevistado.
A
Depende do governo, pois, se intensificar sua presença na região, estimulará o crescimento da economia.
B
Duas possibilidades podem ocorrer: a Amazônia conviver com o desmatamento e os ambientalistas, ou o governo intensificar sua presença na área.
C
Um caminho otimista aponta para a recuperação da floresta em menos de dez anos; um caminho pessimista prevê o crescimento da economia na região.
D
Depende da perspectiva: se otimista, deverá ser criada uma economia florestal saudável; se pessimista, o alto índice de desmatamento tornará a floresta irrecuperável em menos de dez anos.
Texto associado

A CHAVE

Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo

IVAN MARTINS

    Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.

    O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio. 

   Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.

    Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase.

    Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.

    O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.

    [...]

    Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.

    Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.

    [...]

    A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito. 

   Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.

  Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo". E, assim como a outra, dispensa “eu também". Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.

Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html

No texto, o autor considera “a chave" oferecida ao outro, em um relacionamento,
A
uma joia.
B
uma aliança.
C
um sorriso agridoce.
D
um buquê de flores.
E
um totem de confiança.
Texto associado

A CARROÇA

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me para dar um passeio no bosque, e eu aceitei com prazer.

Após algum tempo, ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:

– Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

– Estou ouvindo um barulho de carroça.

– Isso mesmo – disse meu pai – e é uma carroça vazia!

Perguntei a ele:

– Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

– Ora – respondeu meu pai – é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grosseria inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar ser o dono da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

– Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!

Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-dereflexao

No trecho “[…] ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:”, as vírgulas são
A
obrigatórias, pois destacam uma expressão resumitiva.
B
facultativas, pois estão separando uma característica do sujeito a que se referem.
C
obrigatórias, pois separam um advérbio de tempo que, independentemente da posição, deve estar separado por vírgula.
D
obrigatórias, pois separam um advérbio de tempo intercalado na oração.
E
facultativas, mas seu uso desfaz uma possível má interpretação.

Ressalvados os casos previstos na Constituição Federal, a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante

A

títulos da dívida pública.

B

justa e prévia indenização em dinheiro.

C

títulos da dívida agrária.

D

precatórios judiciais.

E

ordens de pagamento do Tesouro.

Um assistente administrativo afirma que “o cliente não pagou a guia ou as taxas estão muito altas”. Essa afirmação é logicamente equivalente a afirmar que

A

“se as taxas estão muito altas, então o cliente não pagou a guia”.

B

“se as taxas estão muito altas, então o cliente pagou a guia”.

C

“se o cliente pagou a guia, então as taxas estão muito altas”.

D

“se o cliente pagou a guia, então as taxas não estão muito altas”.

E

“se o cliente não pagou a guia, então as taxas estão muito altas”.

Com relação à administração direta e indireta, julgue os itens a seguir.

Todo órgão da administração direta possui capacidade para ajuizar demandas judiciais visando defender de seus interesses, pois possuem a personalidade jurídica necessária para esse fim e, assim como as pessoas jurídicas de direito público, poderão adquirir direitos e contrair obrigações.

C
Certo
E
Errado

De acordo com o Código Penal,

A

considera-se lugar do crime aquele em que o resultado se produziu.

B

no cômputo do prazo, não se inclui o dia do começo, mas sim o do vencimento.

C

aplica-se a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de embarcações estrangeiras, de propriedade privada, que estejam em porto ou mar territorial do Brasil.

D

a sentença estrangeira não pode ser homologada no Brasil para obrigar o condenado à reparação do dano.

E

em se tratando de pena cumprida no estrangeiro pelo mesmo crime, caso sejam diferentes as penas impostas, aquela cumprida no estrangeiro não atenuará a imposta no Brasil.

Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) sobre quais exemplos de ato administrativo.
( ) Nomeação de aprovados num concurso público.
( ) Concessão de licença ambiental.
( ) Aplicação de uma multa pela vigilância sanitária.
( ) Autorização de uso de bem público.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

A

V - V - F - F

B

V - V - V - V

C

F - F - F - F

D

F - F - V - F 

A respeito do ato administrativo, assinale a alternativa incorreta.

A

A revogação é a retirada do ato administrativo pelo Poder Público por razões de conveniência e oportunidade, sempre relacionadas ao atendimento do interesse público 

B

A anulação (ou invalidação) é a retirado do ato administrativo pelo Poder Público em virtude de estar em desconformidade com a ordem jurídica

C

Nos casos de incompetência em razão da forma, a convalidação é regra, em face do amplo reconhecimento doutrinário e legal da adoção do princípio do formalismo moderado no direito brasileiro

D

A revogação somente pode atingir os atos administrativos vinculados

Sobre as Normas de Direito Administrativo, inerentes aos princípios da Administração Pública, aos contratos administrativos, aos atos administrativos, a intervenção do Estado na propriedade, dentre outros institutos. Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) A ocorrência da decadência gera a extinção de direito, o que, contudo, não impede a Administração Pública de se manifestar a tempo e modo em processo administrativo.

( ) O princípio da publicidade é um dos princípios da Administração Pública.

( ) A Administração pode anular os próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.

( ) Os vícios de legalidade e, na forma no ato administrativo, admitem convalidação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

A

F, F, F, V

B

F, F, V, F

C

V, F, V, F

D

F, V, V, F