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Administração da linguagem

Nosso grande escritor Graciliano Ramos foi, como se
sabe, prefeito da cidade alagoana de Palmeira dos Índios. Sua
gestão ficou marcada não exatamente por atos administrativos
ou decisões políticas, mas pelo relatório que o prefeito deixou,
terminado o mandato. A redação desse relatório é primorosa,
pela concisão, objetividade e clareza (hoje diríamos:
transparência), qualidades que vêm coerentemente combinadas
com a honestidade absoluta dos dados e da autoavaliação –
rigorosíssima, sem qualquer complacência – que faz o prefeito.
Com toda justiça, esse relatório costuma integrar sucessivas
edições da obra de Graciliano. É uma peça de estilo raro e de
espírito público incomum.
Tudo isso faz pensar na relação que se costuma promo-
ver entre linguagens e ofícios. Diz-se que há o “economês”, jar-
gão misterioso dos economistas, o “politiquês”, estilo evasivo
dos políticos, o “acadêmico”, com o cheiro de mofo dos baús da
velha retórica etc. etc. E há, por vezes, a linguagem processual,
vazada em arcaísmos, latinismos e tecnicalidades que a tornam
indevassável para um leigo. Há mesmo casos em que se pode
suspeitar de estarem os litigantes praticando – data venia – um
vernáculo estrito, reservado aos iniciados, espécie de senha
para especialistas.
Não se trata de ir contra a necessidade do uso de con-
ceitos específicos, de não reconhecer a vantagem de se empre-
gar um termo técnico em vez de um termo impreciso, de abolir,
em suma, o vocabulário especializado; trata-se, sim, de evitar o
exagero das linguagens opacas, cifradas, que pedem “tradução”
para a própria língua a que presumivelmente pertencem. O
exemplo de Graciliano diz tudo: quando o propósito da comuni-
cação é honesto, quando se quer clareza e objetividade no que
se escreve, as palavras devem expor à luz, e não mascarar, a
mensagem produzida. No caso desse honrado prefeito alagoa-
no, a ética rigorosa do escritor e a ética irrepreensível do
administrador eram a mesma ética, assentada sobre os princí-
pios da honestidade e do respeito para com o outro.

(Tarcísio Viegas, inédito)

A pontuação está inteiramente correta em:

A
Quando prefeito de Palmeira dos Índios Graciliano, nem todos o sabem, escreveu a propósito de sua gestão, um relatório que se tornou memorável.
B
O autor do texto, até onde se pode avaliar não investe contra a linguagem técnica se esta é produtiva, mas contra excessos que a tornam ineficaz.
C
Ao caracterizar várias linguagens, correspondentes a vários ofícios, o autor não deixou de se valer da ironia, essa arma habitual dos céticos.
D
A ética rigorosa que Graciliano revela na escritura dos romances, está também nesse relatório de prefeito muito autocrítico e enxuto.
E
A retórica entendida como arte do discurso, pode ser eficaz ou inútil, dependendo dos propósitos e do talento, de quem a manipula.

Contribuição de um antropólogo

A maior contribuição do antropólogo Claude Lévi-Strauss
(que, ainda jovem, trabalhou no Brasil, e morreu, centenário, em
2009) é de uma simplicidade fundamental, e se expressa na
convicção de que não pode existir uma civilização absoluta
mundial, porque a própria ideia de civilização implica a coexis-
tência de culturas marcadas pela diversidade. O melhor da
civilização é, justamente, essa “coalizão” de culturas, cada uma
delas preservando a sua originalidade. Ninguém deu um golpe
mais contundente no racismo do que Lévi-Strauss e poucos
pensadores nos ensinaram, como ele, a ser mais humildes.
Lévi-Strauss, em suas andanças pelo mundo, foi um
pensador aberto para influências de outras disciplinas, como a
linguística. Foi ele também quem abriu as portas da antropo-
logia para as ciências de ponta, como a cibernética, que era
então como se chamava a informática, conectando-a com novas
disciplinas como a teoria dos sistemas e a teoria da informação.
Isso deu um novo perfil à antropologia, que propiciou uma nova
abertura para as ciências exatas, e reuniu-a com as ciências
humanas.
Em 1952, escreveu o livro Raça e história, a pedido da
Unesco, para combater o racismo. De fato, foi um ataque feroz
ao etnocentrismo, materializado num texto onde se formulavam
de modo claro e inteligível teses que excediam a mera
discussão acadêmica e se apoiavam em fatos. Comenta o
antropólogo brasileiro Viveiros de Castro, do Museu Nacional:
“Ele traz para diante dos olhos ocidentais a questão dos índios
americanos, algo que nunca antes havia sido feito. O
colonialismo não mais podia sair nas ruas como costumava
fazer. Foi um crítico demolidor da arrogância ocidental: os
índios deixaram de ser relíquias do passado, deixaram de ser
alegorias, tornando-se nossos contemporâneos. Isso vale mais
do que qualquer análise.”
Reconhecer a existência do outro, a identidade do outro,
a cultura do outro – eis a perspectiva generosa que Lévi-Strauss
abriu e consolidou, para que nos víssemos a todos como
variações de uma mesma humanidade essencial.

(Adaptado de Carlos Haag, Pesquisa Fapesp, dezembro 2009)

Foi um crítico demolidor da arrogância ocidental: os índios deixaram de ser relíquias do passado.
O sinal de dois-pontos da frase acima pode ser substituído, sem prejuízo para a correção e o sentido, por

A
entretanto.
B
a fim de que.
C
não obstante.
D
em razão do que.
E
mesmo porque.
Texto associado

Contribuição de um antropólogo

A maior contribuição do antropólogo Claude Lévi-Strauss
(que, ainda jovem, trabalhou no Brasil, e morreu, centenário, em
2009) é de uma simplicidade fundamental, e se expressa na
convicção de que não pode existir uma civilização absoluta
mundial, porque a própria ideia de civilização implica a coexis-
tência de culturas marcadas pela diversidade. O melhor da
civilização é, justamente, essa “coalizão” de culturas, cada uma
delas preservando a sua originalidade. Ninguém deu um golpe
mais contundente no racismo do que Lévi-Strauss e poucos
pensadores nos ensinaram, como ele, a ser mais humildes.
Lévi-Strauss, em suas andanças pelo mundo, foi um
pensador aberto para influências de outras disciplinas, como a
linguística. Foi ele também quem abriu as portas da antropo-
logia para as ciências de ponta, como a cibernética, que era
então como se chamava a informática, conectando-a com novas
disciplinas como a teoria dos sistemas e a teoria da informação.
Isso deu um novo perfil à antropologia, que propiciou uma nova
abertura para as ciências exatas, e reuniu-a com as ciências
humanas.
Em 1952, escreveu o livro Raça e história, a pedido da
Unesco, para combater o racismo. De fato, foi um ataque feroz
ao etnocentrismo, materializado num texto onde se formulavam
de modo claro e inteligível teses que excediam a mera
discussão acadêmica e se apoiavam em fatos. Comenta o
antropólogo brasileiro Viveiros de Castro, do Museu Nacional:
“Ele traz para diante dos olhos ocidentais a questão dos índios
americanos, algo que nunca antes havia sido feito. O
colonialismo não mais podia sair nas ruas como costumava
fazer. Foi um crítico demolidor da arrogância ocidental: os
índios deixaram de ser relíquias do passado, deixaram de ser
alegorias, tornando-se nossos contemporâneos. Isso vale mais
do que qualquer análise.”
Reconhecer a existência do outro, a identidade do outro,
a cultura do outro – eis a perspectiva generosa que Lévi-Strauss
abriu e consolidou, para que nos víssemos a todos como
variações de uma mesma humanidade essencial.

(Adaptado de Carlos Haag, Pesquisa Fapesp, dezembro 2009)

É preciso corrigir a redação da seguinte frase:

A
Talvez nem mesmo Lévi-Strauss terá avaliado a di- mensão de seu legado cultural, a importância alcan- çada por seus estudos e pesquisas.
B
Há cientistas que, além de uma contribuição especí- fica em sua área de atividade, nos deixam paradig- mas para uma nova concepção de mundo.
C
Todos os grandes cientistas contribuem, direta ou indiretamente, para a dissolução dos preconceitos e a superação dos equívocos coletivos.
D
Lévi-Strauss, quando esteve no Brasil, internou-se na selva e conviveu por algum tempo com as comu- nidades indígenas que desejava estudar.
E
Não será fácil surgir tão brevemente, algum outro antropólogo em que detenha a mesma envergadura, comparável a de Lévi-Strauss.
Texto associado

O professor de inclusão social

A recente afirmação do ministro da Educação, Fernando Haddad, de que o Brasil _____1 o analfabetismo até
o final desta década reforça a responsabilidade de quem ____2
a transformação na sala de aula, o professor de
língua portuguesa. Em época de eleição, principalmente, quando candidatos e sociedade trocam promessas e
cobranças sobre a educação em nosso país, resta a pergunta: o que ocorre na prática no ensino de nossa língua
mãe?
Por influências de teorias xenófilas, ou de liberalismos linguísticos, ou ainda de aversão ao ensino dos
rudimentos naturais da gramática, uma espécie de comodidade nociva toma conta do ensino da nossa língua
nacional. No fundo, pretende-se "nivelar por baixo" e validar todos os falares. Não pretendemos contrariar essa
atitude democrática bem-intencionada, mas tornar as linguagens dos que não tiveram oportunidade de estudar
como objeto de numerosas aulas e de encartar-se com as estropiadas da língua é consumir valioso tempo em
desserviços.
Uma sociedade capaz de dialogar
Outro fator relevante é despertar no aluno o interesse por aqueles conhecimentos básicos para uma
comunicação eficiente, seja com o discurso escrito seja com o falado. Com tantas regras, decorebas e
irregularidades, qual criança ou jovem vai aprender a gostar da língua portuguesa? Soluções para esta tortura já
existem, com a Neopedagogia da Gramática, criada há 30 anos pelo Ipuc, que simplificou ao máximo o ensino de
todo o arcabouço gramatical. Isso significa alunos mais interessados, pois conseguem dominar o conteúdo e a
compreensão dos porquês de cada regra imposta por inúmeros livros de ensino.
O professor de português deve entender a linguagem simplória dos que não tiveram oportunidade de estudar
– e a entende –, mas, prioritariamente, deve _____3(trazer) para o uso da língua nacional. Isso é fazer inclusão. E,
assim, o professor de língua portuguesa torna-se um agente de inclusão social, não mais um mero repetidor de
conteúdos gramaticais. É preciso _____4(pegar) a mão e incluí-los entre os que falam a língua pátria. Assim se
forma uma sociedade capaz de dialogar em um mesmo nível de comunicação para que, principalmente, todos
compreendam os verdadeiros interesses e propostas de candidatos que falam em educação.

Por Francisco Dequi em 27/4/2010, reproduzido do Zero Hora, 25/4/ 2010

A partir da observação do período “Outro fator relevante é despertar no aluno o interesse por aqueles conhecimentos básicos para uma comunicação eficiente, seja com o discurso escrito seja com o falado.” (l.13-14) podemos afirmar que:

A
Poderíamos colocar, sem cometer erro em relação à pontuação, o trecho “no aluno” entre vírgulas.
B
A vírgula depois de “eficiente” é optativa.
C
Poderíamos introduzir uma vírgula depois do trecho “outro fator relevante”.
D
Todas as anteriores.
E
Nenhuma das anteriores.
Texto associado

...

O quadro de incertezas imposto pela pandemia de covid-19 deixou especialistas em alerta com relação a alguns
vícios presentes entre os brasileiros, como o tabagismo e o alcoolismo. O aumento significativo no consumo dessas drogas
durante este período preocupa o professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG,
Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da universidade, que estima uma possível epidemia de
dependência química após a atual situação sanitária.
Em pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz em 2020, 18% dos entrevistados relataram aumento no
consumo de álcool e 34%, de tabaco.
Segundo o professor Frederico Garcia, isso pode ser explicado pelo isolamento social exigido durante a pandemia
e a consequente restrição de liberdade. “Esse consumo pode vir como um remédio assintomático que tem consequências
a longo prazo”, afirma. Ainda segundo ele, já existem estudos que acompanharam contextos de guerras e epidemias e
verificaram sua relação com o aumento no consumo de drogas.
Há quem diga que uma dose de vinho ou um cigarro por dia não faz mal a ninguém, mas o segredo está na genética
de cada pessoa. A tendência de se desenvolver um vício por álcool ou tabaco pode se tornar real com o primeiro contato
com a droga. “A pessoa que tem essa predisposição genética deve fazer todo o esforço para evitar o consumo precoce e
diário dessas substâncias, porque o risco de se tornar dependente é significativo e importante”, frisa o professor.
O professor explica que as populações de baixa renda, do sexo masculino e de maior idade são os principais alvos
do tabagismo, diferentemente das bebidas alcoólicas, cujo consumo envolve, geralmente, adolescentes entre catorze e
quinze anos de idade de maior renda, sendo o núcleo familiar o principal meio de iniciação ao vício.
Com o passar dos anos, o que era um uso temporário se transforma em dependência e, na falta da droga, surge a
síndrome de abstinência como um dos principais problemas a serem enfrentados. A ausência da droga no organismo
resulta no aumento da atividade do sistema nervoso, que deixa o indivíduo inquieto e incomodado. Em alguns casos,
pode-se chegar a situações de agressividade e culminar com problemas físicos, como convulsões e alteração da pressão
arterial. “A abstinência é uma urgência clínica que precisa ser avaliada e tratada porque ela pode ser, em alguns casos, até
mortal”, avalia o professor.
Além da abstinência, as drogas também podem desenvolver outros transtornos. No caso do tabaco, a nicotina é
a principal atuante no organismo e pode causar hipertensão, afetar o metabolismo da glicose e gordura e alterar o apetite.
Já o álcool afeta os processos inflamatórios e provoca esteatose hepática, ou seja, um acúmulo de gordura no fígado.
Os primeiros passos para o tratamento de dependências como o tabagismo e o alcoolismo é reconhecer o vício,
suas consequências negativas e optar por uma mudança de hábitos. Após o diagnóstico, é preciso compreender o papel
da droga no cotidiano do indivíduo e o que impulsiona o seu uso recorrente.
Acompanhamento médico e terapia farmacológica com o auxílio de remédios também são necessários, uma vez
que podem agir para controlar a síndrome de abstinência e impedir o avanço de doenças psiquiátricas. O contato frequente
com parentes e amigos, mesmo de forma remota, nestes tempos de pandemia, pode amenizar o estresse diário para que
se evite o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros.

Internet: <medicina.ufmg.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa correta acerca de aspectos linguísticos do texto.

A
O emprego de vírgula após “34%” (linha 7) justifica-se por indicar elipse.
B
O sujeito da oração “já existem estudos” (linha 10) é indeterminado.
C
No segmento “Há quem diga que uma dose de vinho ou um cigarro por dia não faz mal a ninguém” (linha 12), identifica-se verbo flexionado no futuro do subjuntivo.
D
A oração “mas o segredo está na genética de cada pessoa” (linhas 12 e 13) classifica-se como coordenada explicativa.
E
No segmento “podem agir para controlar a síndrome de abstinência e impedir o avanço de doenças psiquiátricas” (linha 32), a conjunção “e” liga por coordenação duas orações adverbiais de sentido causal.
Texto associado

...

O quadro de incertezas imposto pela pandemia de covid-19 deixou especialistas em alerta com relação a alguns
vícios presentes entre os brasileiros, como o tabagismo e o alcoolismo. O aumento significativo no consumo dessas drogas
durante este período preocupa o professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG,
Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da universidade, que estima uma possível epidemia de
dependência química após a atual situação sanitária.
Em pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz em 2020, 18% dos entrevistados relataram aumento no
consumo de álcool e 34%, de tabaco.
Segundo o professor Frederico Garcia, isso pode ser explicado pelo isolamento social exigido durante a pandemia
e a consequente restrição de liberdade. “Esse consumo pode vir como um remédio assintomático que tem consequências
a longo prazo”, afirma. Ainda segundo ele, já existem estudos que acompanharam contextos de guerras e epidemias e
verificaram sua relação com o aumento no consumo de drogas.
Há quem diga que uma dose de vinho ou um cigarro por dia não faz mal a ninguém, mas o segredo está na genética
de cada pessoa. A tendência de se desenvolver um vício por álcool ou tabaco pode se tornar real com o primeiro contato
com a droga. “A pessoa que tem essa predisposição genética deve fazer todo o esforço para evitar o consumo precoce e
diário dessas substâncias, porque o risco de se tornar dependente é significativo e importante”, frisa o professor.
O professor explica que as populações de baixa renda, do sexo masculino e de maior idade são os principais alvos
do tabagismo, diferentemente das bebidas alcoólicas, cujo consumo envolve, geralmente, adolescentes entre catorze e
quinze anos de idade de maior renda, sendo o núcleo familiar o principal meio de iniciação ao vício.
Com o passar dos anos, o que era um uso temporário se transforma em dependência e, na falta da droga, surge a
síndrome de abstinência como um dos principais problemas a serem enfrentados. A ausência da droga no organismo
resulta no aumento da atividade do sistema nervoso, que deixa o indivíduo inquieto e incomodado. Em alguns casos,
pode-se chegar a situações de agressividade e culminar com problemas físicos, como convulsões e alteração da pressão
arterial. “A abstinência é uma urgência clínica que precisa ser avaliada e tratada porque ela pode ser, em alguns casos, até
mortal”, avalia o professor.
Além da abstinência, as drogas também podem desenvolver outros transtornos. No caso do tabaco, a nicotina é
a principal atuante no organismo e pode causar hipertensão, afetar o metabolismo da glicose e gordura e alterar o apetite.
Já o álcool afeta os processos inflamatórios e provoca esteatose hepática, ou seja, um acúmulo de gordura no fígado.
Os primeiros passos para o tratamento de dependências como o tabagismo e o alcoolismo é reconhecer o vício,
suas consequências negativas e optar por uma mudança de hábitos. Após o diagnóstico, é preciso compreender o papel
da droga no cotidiano do indivíduo e o que impulsiona o seu uso recorrente.
Acompanhamento médico e terapia farmacológica com o auxílio de remédios também são necessários, uma vez
que podem agir para controlar a síndrome de abstinência e impedir o avanço de doenças psiquiátricas. O contato frequente
com parentes e amigos, mesmo de forma remota, nestes tempos de pandemia, pode amenizar o estresse diário para que
se evite o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros.

Internet: <medicina.ufmg.br> (com adaptações).

No que diz respeito à pontuação no texto, estariam preservadas a correção gramatical e a coerência do texto caso fosse inserida uma vírgula após o termo

A
“covid-19” (linha 1).
B
“estudos” (linha 10).
C
“vinho” (linha 12).
D
“gordura” (linha 26).
E
“álcool” (linha 27).
Texto associado

...

Faz parte da natureza humana a incansável busca por
relacionamentos ideais. Em se tratando de carreira ou de relações
românticas, a tendência é sempre a mesma: apego à falível ideia
de que há alguém ou algo perfeito — seja qual for o objeto de
desejo. Perfeição significa ausência de falhas ou defeitos em
relação a um padrão ideal, no entanto isso não existe, pois
ninguém nem lugar nenhum são infalíveis. A perfeição é irreal e
inalcançável. O componente das organizações são as pessoas, que
trazem em suas bagagens as falhas. Portanto, não haveria a
possibilidade de existir uma empresa perfeita.
Embora algumas companhias já comecem a expor suas
imperfeições um pouco mais nas redes sociais, reconhecendo
seus erros, e estimulem seus líderes a demonstrar
vulnerabilidade, ainda há o discurso estereotipado de que aquele
trabalho é o melhor do mundo ou de que aquela empresa é a
melhor de todas. Apesar de ser louvável a busca por construir um
excelente ambiente de trabalho, disseminar a ilusão de perfeição
pode ser altamente prejudicial para as empresas e para seus
funcionários, que podem acabar frustrados diante da realidade,
muitas vezes mais dura do que o ideal prometido.

Internet: https://vocerh.abril.com.br (com adaptações).

A inserção de uma vírgula logo após a palavra “perfeição” (último período do último parágrafo) prejudicaria a correção gramatical do texto.

C
Certo
E
Errado
Texto associado

...

Faz parte da natureza humana a incansável busca por
relacionamentos ideais. Em se tratando de carreira ou de relações
românticas, a tendência é sempre a mesma: apego à falível ideia
de que há alguém ou algo perfeito — seja qual for o objeto de
desejo. Perfeição significa ausência de falhas ou defeitos em
relação a um padrão ideal, no entanto isso não existe, pois
ninguém nem lugar nenhum são infalíveis. A perfeição é irreal e
inalcançável. O componente das organizações são as pessoas, que
trazem em suas bagagens as falhas. Portanto, não haveria a
possibilidade de existir uma empresa perfeita.
Embora algumas companhias já comecem a expor suas
imperfeições um pouco mais nas redes sociais, reconhecendo
seus erros, e estimulem seus líderes a demonstrar
vulnerabilidade, ainda há o discurso estereotipado de que aquele
trabalho é o melhor do mundo ou de que aquela empresa é a
melhor de todas. Apesar de ser louvável a busca por construir um
excelente ambiente de trabalho, disseminar a ilusão de perfeição
pode ser altamente prejudicial para as empresas e para seus
funcionários, que podem acabar frustrados diante da realidade,
muitas vezes mais dura do que o ideal prometido.

Internet: https://vocerh.abril.com.br (com adaptações).

No primeiro parágrafo, a substituição do travessão por vírgula manteria a correção gramatical do texto.

C
Certo
E
Errado
Texto associado

...

Uma das maiores festividades do Brasil! Essa é a Festa
Nacional da Uva, o mais dinâmico símbolo de Caxias do Sul e da
Serra Gaúcha. O evento comunitário é uma celebração da cultura
dos imigrantes italianos, que fizeram da região sua morada. Em
cada edição, milhares de pessoas ficam imersas na cultura,
gastronomia, diversidade e alegria.
No ano de 2022, não foi diferente. Mais de 350 mil
pessoas visitaram a festa e se encantaram com as inúmeras
atrações que valorizaram a gente e a cultura do lugar, como a vila
dos distritos, a praça das cidades, a exposição de uvas, o pavilhão
da agroindústria e os mais de 150 artistas regionais.
Em termos de gastronomia, além dos restaurantes já
existentes nos pavilhões, a vila dos distritos, a praça de
alimentação e a praça das doceiras convidavam os visitantes a se
deliciarem com opções que iam da típica polenta brustolada até o
crepe, bem como com inúmeras opções de doces.
A feira multissetorial contou com a presença de mais de
250 expositores de diversos segmentos. O centro de eventos
recebeu expositores de vinícolas tradicionais da Serra Gaúcha,
além de cervejarias, que também expuseram seus produtos no
inédito bier garden, no mirante da festa.
Além disso, o centro de eventos recebeu a praça das
cidades, atração que reuniu 20 cidades vizinhas para mostrarem
um pouco de sua cultura, sua arte, sua história e seus encantos.
A tradicional exposição de uvas também aconteceu e foi
um sucesso! Mais de 200 expositores apresentaram exemplares
de diversas variedades da estrela da festa: a uva.
A inovação e a tecnologia estiveram presentes no solo de
inovação, atração inédita que trouxe diversas palestras,
workshops, desafios e muitas oportunidades de colocar a mão na
massa e vislumbrar uma infinidade de possibilidades para o
futuro.

Internet: www.festadauva.com.br (com adaptações).

O propósito do uso do ponto de exclamação no início do texto é chamar a atenção do leitor para o evento em questão.

C
Certo
E
Errado

Assinale a alternativa em que, com a inserção da vírgula, a frase do penúltimo parágrafo – Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. – atende à norma-padrão de pontuação.

A
Nesse contexto , faz sentido descrever a percepção como uma alucinação.
B
Nesse contexto faz , sentido descrever a percepção como uma alucinação.
C
Nesse contexto faz sentido , descrever a percepção como uma alucinação.
D
Nesse contexto faz sentido descrever , a percepção como uma alucinação.
E
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como , uma alucinação.

Julgue os trechos do texto abaixo quanto à correção gramatical.
A escolha do destino turístico, está associada a possibilidade de usufruir um tempo de tranqüilidade, paz e diversão, sem os atropelos e constranjimentos causados pelo estado crítico dos problemas sociais do lugar.

C
Certo
E
Errado

Assinale a opção em que a vírgula se justifica pelo mesmo motivo do que em "se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição".

A
Acresça que, em verdade, o doente parecia estar melhorando.
B
Verdade é, disse ainda Rubião para defender o enfermo, verdade é que o cachorro merece a estima do dono.
C
Quando este acudiu, já ele mudara outra vez de ideia.
D
Espreitara uma leixa, e sai-lhe do testamento a massa toda dos bens.
E
No dia seguinte, Maria Benedita declarou à prima que estava pronta a aprender piano e francês.

Inadimplência do consumidor recua em agosto (para as questões 1 a 5)

Inadimplência do consumidor recua em agosto
O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o indicador teve alta de 23,4%.
De acordo com a Serasa Experian, os dados "confirmam que a inadimplência do consumidor está perdendo fôlego", em razão da redução das taxas de juros no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas realizada na última semana de agosto.
Os resultados também mostram diferentes cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a inadimplência era crescente por causa da expansão do endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As dívidas com bancos e os cheques sem fundos puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto, com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente. Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no indicador geral só não foi maior porque as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.

Disponível em www.estadao.com.br

Leia, abaixo, quatro maneiras de reescrever o primeiro período do texto.
I. A inadimplência, do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
II. A inadimplência do consumidor recuou dois por cento na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
III. A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, o que representa a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
IV. A inadimplência do consumidor, recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
O período foi reescrito sem incorreções em relação à Norma Culta e sem alteração significativa de sentido em:

A
todas.
B
somente II e III.
C
somente II e IV.
D
somente I, II e IV.
E
somente III.

Texto para as questões 1 a 5

Inadimplência do consumidor recua em agosto

O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o indicador teve alta de 23,4%.

De acordo com a Serasa Experian, os dados "confirmam que a inadimplência do consumidor está perdendo fôlego", em razão da redução das taxas de juros no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas realizada na última semana de agosto.

Os resultados também mostram diferentes cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a inadimplência era crescente por causa da expansão do endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa.

As dívidas com bancos e os cheques sem fundos puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto, com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente. Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no indicador geral só não foi maior porque as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.

Wladimir D'Andrade, Agência Estado - disponível em www.estadao.com.br

Leia, abaixo, quatro maneiras de reescrever o primeiro período do texto.
I. A inadimplência, do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
II. A inadimplência do consumidor recuou dois por cento na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
III. A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, o que representa a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
IV. A inadimplência do consumidor, recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
O período foi reescrito sem incorreções em relação à Norma Culta e sem alteração significativa de sentido em:

A
todas.
B
somente II e III.
C
somente II e IV.
D
somente I, II e IV.
E
somente III.

Assinale a opção em que a vírgula se justifica pelo mesmo motivo do que em "se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição".

A
Acrescia que, em verdade, o doente parecia estar melhorando.
B
Verdade é, disse ainda Rubião para defender o enfermo, verdade é que o cachorro merece a estima do dono.
C
Quando isto acudiu, já ele mudara outra vez de ideia.
D
Espreitara uma deixa, e sai-lhe do testamento a massa toda dos bens.
E
No dia seguinte, Maria Benedita declarou à prima que estava pronta a aprender piano e francês.
Texto associado

Inadimplência do consumidor recua em agosto

O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o indicador teve alta de 23,4%.
De acordo com a Serasa Experian, os dados "confirmam que a inadimplência do consumidor está perdendo fôlego", em razão da redução das taxas de juros no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas realizada na última semana de agosto.
Os resultados também mostram diferentes cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a inadimplência era crescente por causa da expansão do endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As dívidas com bancos e os cheques sem fundos puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto, com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente. Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no indicador geral só não foi maior porque as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.

Disponível em www.estadao.com.br

Leia, abaixo, quatro maneiras de reescrever o primeiro período do texto.

I. A inadimplência, do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
II. A inadimplência do consumidor recuou dois por cento na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
III. A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, o que representa a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
IV. A inadimplência do consumidor, recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.

O período foi reescrito sem incorreções em relação à Norma Culta e sem alteração significativa de sentido em:

A
todas.
B
somente II e III.
C
somente II e IV.
D
somente I, II e IV.
E
somente III.
Texto associado

Texto para as questões 1 a 5 - Inadimplência do consumidor recua em agosto

Inadimplência do consumidor recua em agosto
O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010
Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o indicador teve alta de 23,4%.

De acordo com a Serasa Experian, os dados "confirmam que a inadimplência do consumidor está perdendo fôlego", em razão da redução das taxas de juros no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas realizada na última semana de agosto.

Os resultados também mostram diferentes cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a inadimplência era crescente por causa da expansão do endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa.

As dívidas com bancos e os cheques sem fundos puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto, com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente. Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no indicador geral só não foi maior porque as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.

Disponível em www.estadao.com.br

Leia, abaixo, quatro maneiras de reescrever o primeiro período do texto.
I. A inadimplência, do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
II. A inadimplência do consumidor recuou dois por cento na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
III. A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, o que representa a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.
IV. A inadimplência do consumidor, recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian.

O período foi reescrito sem incorreções em relação à Norma Culta e sem alteração significativa de sentido em:

A
todas.
B
somente II e III.
C
somente II e IV.
D
somente I, II e IV.
E
somente III.

Assinale a opção em que a vírgula se justifica pelo mesmo motivo do que em "se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição".

A
Acrescia que, em verdade, o doente parecia estar melhorando.
B
Verdade é, disse ainda Rubião para defender o enfermo, verdade é que o cachorro merece a estima do dono.
C
Quando este acudiu, já ele mudara outra vez de ideia.
D
Espreitara uma deixa, e sai-lhe do testamento a massa toda dos bens.
E
No dia seguinte, Maria Benedita declarou à prima que estava pronta a aprender piano e francês.

Assinale a opção em que a vírgula se justifica pelo mesmo motivo do que em "se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição".

A
Acrescia que, em verdade, o doente parecia estar melhorando.
B
Verdade é, disse ainda Rubião para defender o enfermo, verdade é que o cachorro merece a estima do dono.
C
Quando este acudiu, já ele mudara outra vez de ideia.
D
Espreitara uma deixa, e sai-lhe do testamento a massa toda dos bens.
E
No dia seguinte, Maria Benedita declarou à prima que estava pronta a aprender piano e francês.